04 sintomas de pouca realização profissional

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Quem me acompanha sabe que, nos últimos anos, observei de perto uma grande revolução no meu círculo profissional. Pessoas bem próximas, parentes e amigos, decidiram deixar seus tradicionais empregos- mesmo que estes fossem bem remunerados- para se dedicar a fazer aquilo que realmente gostam, já que a felicidade no emprego não era algo de suas realidades.

É muito esquisito dizer isso, mas naquela época, eles costumavam a dizer que a vida, de fato, começava após o horário de expediente. Triste, né? E é neste momento que você me pergunta: Mas, Gabriel, ainda é possível ser feliz no emprego? Eu digo e repito: SIM, é possível. Assim como acontece em todos os pilares da nossa vida, a felicidade no trabalho não cai do céu; ela têm de ser perseguida por quem a deseja.

Tem um mestre budista chamado Tenzin Gyatso que nos traz uma afirmação muito interessante: “Para que a gente consiga nos aproximar do estado de Felicidade, é necessário que a gente faça duas grandes listas; a primeira com motivos de infelicidade. A segunda, com motivos felizes. Após, devemos extinguir àquilo que listamos na primeira e fortalecer o exposto na segunda“.

E se a gente aplicar isso também na vida profissional?  =)

Sintomas de pouca felicidade profissional

Para deixar um pouco mais ilustrado a você sobre o que estamos conversando aqui, listei algumas situações que você poderá observar com maior cuidado. Identificar estes comportamentos é o primeiro passo para resolvê-los:

Não gostar do domingo (ou da segunda-feira)

Tem muitas pessoas que não gostam muito do domingo. Reclamam que é um dia morto,e que só serve para dormir. Mas na verdade, por debaixo disso, há um psiquê revoltado e ansioso pelo começo da semana laborativo: a segunda-feira. A pessoa começa a antecipar tudo o que ela irá enfrentar durante a semana: acordar cedo, chefe, trânsito… E esse “desespero” acaba chegando antecipadamente no domingo.

Já pra quem é um pouco menos ansioso, o domingo consegue ser bem aproveitado- mas não escapa da segunda-feira. Seja qual for o seu caso, uma coisa é fato: você levantar da sua cama, reclamando de uma semana que mal começou, é porque, em maior ou em menor grau, você está insatisfeito com o que você faz.

Pensamentos de aposentadoria

Outro sinal é que você, às vezes, se pega pensando em se aposentar para fazer o que você gosta. É bastante comum você ouvir essas frases por aí… Jovens de 30/40 anos começam a planejar um futuro repleto de felicidade e reforçam a ideia de “fazer o que realmente gostam”.

Leia também: Não gosto do meu trabalho- o que devo fazer?

Acho que poucas coisas na vida sejam tão tristes quanto ter que esperar se aposentar para fazer o que você ama. Você concorda comigo?

Dinheiro pago para infelicidade

Eu já ouvi muito isso. Aquele profissional que está insatisfeito com o seu trabalho, diz a si mesmo “ah, se ao menos eu ganhasse um salário um pouco maior...”. Você já falou isso pra si mesmo alguma vez?

Eu entendo e analiso essa frase como uma forma de compensação financeira pelo processo de frustração. É muito comum as pessoas pensarem que, se elas ganhassem mais, aquele período deprimente da sua vida, seria justificado. Mas, pensar dessa forma é um grande equívoco!

Dinheiro não traz felicidade
Dinheiro não traz felicidade

É como diz o velho ditado: dinheiro não traz felicidade! Não existe valor no mundo que pague o aumento da tristeza diária (a menos que a sua única queixa seja o salário baixo).

E, neste caso, eu preciso que você se faça, sinceramente, duas perguntas:

  • Você trabalha para se sentir realizado como pessoa ou única e exclusivamente pelo dinheiro?
  • Será que o seu problema é, de fato, apenas de ordem financeira?

Sensação de liberdade após às 18h

Por fim, para finalizar, ao sair da empresa você se sente livre, como se ao estar lá, você estivesse envolto a uma prisão. Sente como se a vida começasse dali pra frente e nem pensa no dia seguinte e em mais nada relacionado ao trabalho. Tudo bem estar feliz ao sair do trabalho- mas não deve, em hipótese nenhuma, se sentir refém dele.

E aí, tem mais algum sintoma que você gostaria de compartilhar comigo? Escreva nos comentários! Ah, também quero te convidar para a minha Lista de Transmissão do WhatsApp, bora?!

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